Nota informativa sobre la COVID-19 en Cuba: 20 de octubre

Al cierre del día de ayer, 19 de octubre, Cuba reportó mil 550 nuevos casos de COVID-19, 13 fallecidos y 2 mil 234 altas médicas, de acuerdo con la información ofrecida por el Ministerio de Salud Pública (Minsap) en su parte diario.

La autoridad sanitaria cubana informó que se encuentran ingresados para vigilancia clínica epidemiológica 21 mil 074 pacientes, sospechosos 12 mil 292, en vigilancia mil 795 y confirmados activos 6 mil 987.

Para la COVID-19 se realizaron un total de 25 mil 715 muestras para la vigilancia en el día, resultando mil 550 positivas. El país acumula 10 millones 247 mil 868 muestras realizadas y 940 mil 127 positivas.

De los mil 546 casos diagnosticados:

– 1743 fueron contactos de casos confirmados
– 4 tienen fuente de infección en el extranjero
– El 7,2 % (111) de los mil 550 casos positivos fue asintomático
– Sexo femenino: 822; sexo masculino: 728

De los 940 mil 127 pacientes diagnosticados con la enfermedad se encuentran ingresados 6 mil 987, de ellos 6 mil 787 con evolución clínica estable. Hasta el momento se reportan 8 mil 114 fallecidos (13 en el día), dos evacuados, 55 retornados a sus países y 924 mil 969 pacientes recuperados (98,4%) (2 mil 234 altas en el día). Se atienden en las terapias intensivas 200 pacientes confirmados, de ellos 72 en estado crítico y 128 en estado grave.

Residencia por provincia y municipios de los casos confirmados:

Pinar del Río: 239 casos

  • Consolación del Sur: 37 (contactos de casos confirmados).
  • Guane: 13 (contactos de casos confirmados)
  • La Palma: 20 (contactos de casos confirmados)
  • Los Palacios: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Mantua: 14 (contactos de casos confirmados)
  • Minas de Matahambre: 30 (contactos de casos confirmados)
  • Pinar del Río: 42 (contactos de casos confirmados)
  • San Juan y Martínez: 17 (contactos de casos confirmados)
  • San Luis: 13 (contactos de casos confirmados)
  • Sandino: 28 (contactos de casos confirmados)
  • Viñales: 22 (contactos de casos confirmados)

Artemisa: 64 casos

  • Alquízar: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Artemisa: 11 (contactos de casos confirmados)
  • Bahía Honda: 11 (contactos de casos confirmados)
  • Bauta: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Caimito: 9 (contactos de casos confirmados)
  • Candelaria: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Guanajay: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Güira de Melena: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Mariel: 3 (contactos de casos confirmados)
  • San Antonio de los Baños: 1 (contacto de caso confirmado)
  • San Cristóbal: 15 (contactos de casos confirmados)

La Habana: 94 casos

  • Arroyo Naranjo: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Boyeros: 10 (contactos de casos confirmados)
  • Centro Habana: 5 (4 contactos de casos confirmados y 1 importado)
  • Cerro: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Cotorro: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Diez de Octubre: 12 (11 contactos de casos confirmados y 1 importado)
  • Guanabacoa: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Habana del Este: 12 (contactos de casos confirmados)
  • Habana Vieja: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Lisa: 7(contactos de casos confirmados)
  • Marianao: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Playa: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Plaza de la Revolución: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Regla : 1 (contacto de caso confirmado)
  • San Miguel del Padrón: 4 (contactos de casos confirmados)

Mayabeque: 48 casos

  • Bejucal: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Güines: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Jaruco: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Madruga: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Melena del Sur: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Nueva Paz: 17 (contactos de casos confirmados)
  • San José de las Lajas: 12 (contactos de casos confirmados)
  • San Nicolás Bari: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Santa Cruz del Norte: 2 (1 contacto de caso confirmado y 1 importado)

Matanzas: 22 casos

  • Calimete: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Cárdenas: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Colón: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Jagüey Grande: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Jovellanos: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Limonar: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Los Arabos: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Martí: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Matanzas: 7 (contactos de casos confirmados)

Cienfuegos: 28 casos

  • Aguada: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Cienfuegos: 10 (contactos de casos confirmados)
  • Cruces: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Cumanayagua: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Lajas : 1 (contacto de caso confirmado)
  • Palmira: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Rodas: 2 (contactos de casos confirmados)

Villa Clara: 91 casos

  • Caibarién: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Camajuaní: 17 (contactos de casos confirmados)
  • Cifuentes: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Corralillo: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Encrucijada: 12 (contactos de casos confirmados)
  • Manicaragua: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Placetas: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Quemado de Güines: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Ranchuelo: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Remedios: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Sagua La Grande: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Santa Clara: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Santo Domingo: 13 (contactos de casos confirmados)

Sancti Spíritus: 146 casos

  • Cabaiguán: 49 (contactos de casos confirmados)
  • Fomento: 9 (contactos de casos confirmados)
  • Jatibonico: 15 (contactos de casos confirmados)
  • La Sierpe: 10 (contactos de casos confirmados)
  • Sancti Spíritus: 21 (contactos de casos confirmados)
  • Taguasco : 8 (contactos de casos confirmados)
  • Trinidad: 23 (contactos de casos confirmados)
  • Yaguajay: 11 (contactos de casos confirmados)

Ciego de Ávila: 35 casos

  • Bolivia: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Chambas: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Ciego de Ávila: 3 (2 contactos de casos confirmados y 1 importado)
  • Ciro Redondo: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Florencia: 10 (contactos de casos confirmados)
  • Majagua: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Morón: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Primero de Enero: 1 (contacto de caso confirmado)

Camagüey: 288 casos

  • Camagüey: 123 (contactos de casos confirmados)
  • Céspedes: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Esmeralda: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Florida: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Guáimaro: 49 (contactos de casos confirmados)
  • Jimaguayú: 15 (contactos de casos confirmados)
  • Minas: 14 (contactos de casos confirmados)
  • Najasa: 9 (contactos de casos confirmados)
  • Nuevitas: 25 (contactos de casos confirmados)
  • Santa Cruz del Sur: 21 (contactos de casos confirmados)
  • Sibanicú: 17 (contactos de casos confirmados)
  • Sierra de Cubitas: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Vertientes: 2 (contactos de casos confirmados)

Las Tunas: 137 casos

  • Amancio: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Colombia: 12 (contactos de casos confirmados)
  • Jesús Menéndez: 14 (contactos de casos confirmados)
  • Jobabo: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Las Tunas: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Majibacoa: 10 (contactos de casos confirmados)
  • Manatí: 11 (contactos de casos confirmados)
  • Puerto Padre: 73 (contactos de casos confirmados)

Holguín: 240 casos

  • Antilla: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Báguanos: 21 (contactos de casos confirmados)
  • Banes: 74 (contactos de casos confirmados)
  • Cacocum: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Calixto García: 9 (contactos de casos confirmados)
  • Cueto: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Frank País: 5 (contactos de casos confirmados)
  • Gibara: 55 (contactos de casos confirmados)
  • Holguín: 27 (contactos de casos confirmados)
  • Mayarí: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Rafael Freyre: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Sagua de Tánamo: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Urbano Noris: 16 (contactos de casos confirmados)

Granma: 68 casos

  • Bartolomé Masó: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Bayamo: 2 (contactos de casos confirmados)
  • Buey Arriba: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Campechuela: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Cauto Cristo: 20 (contactos de casos confirmados)
  • Guisa: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Jiguaní: 8 (contactos de casos confirmados)
  • Manzanillo: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Media Luna: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Niquero: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Pilón: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Río Cauto: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Yara: 1 (contacto de caso confirmado)

Santiago de Cuba: 22 casos

  • Contramaestre: 7 (contactos de casos confirmados)
  • Guama: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Tercer Frente: 6 (contactos de casos confirmados)
  • Palma Soriano: 4 (contactos de casos confirmados)
  • Santiago de Cuba: 3 (contactos de casos confirmados)
  • Songo La Maya: 1 (contacto de caso confirmado)

Guantánamo: 28 casos

  • Baracoa: 14 (contactos de casos confirmados)
  • Guantánamo: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Imías: 9 (contactos de casos confirmados)
  • Manuel Tames: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Niceto Pérez: 1 (contacto de caso confirmado)
  • San Antonio del Sur: 1 (contacto de caso confirmado)
  • Yateras: 1 (contacto de caso confirmado)

COVID-19 en el mundo

Hasta el 19 octubre se reportan 190 países y 32 territorios con casos de COVID-19, ascienden a 242 millones 178 mil 848 los casos confirmados (+ 416 mil 788) con 7 millones 772 mil 446 casos activos y 4 millones 925 mil 81 fallecidos (+ 6 mil 843) para una letalidad de 2,03% (=).

En la región de las Américas se reportan 93 millones 358 mil 113 casos confirmados (+ 110 mil 82), el 38,55% del total de casos reportados en el mundo, con 10 millones 905 mil 855 casos activos y 2 millones 287 mil 60 fallecidos (+ 2 mil 57) para una letalidad de 2,45% (=).

Más información:

– Infomed. Infecciones por coronavirus. COVID-19

20 de octubre: Día Mundial de la Osteoporosis

En el Día Mundial de la Osteoporosis, la International Osteoporosis Foundation (IOF) insta a los médicos y a los sistemas de salud a responder a la crisis mundial de fracturas por fragilidad garantizando la disponibilidad de programas de cuidados posteriores a la fractura, como las Unidades Coordinadoras de Fracturas (FLS, por sus siglas en inglés).

La osteoporosis, un trastorno que provoca la debilidad y fragilidad de los huesos, se manifiesta cuando una persona sufre una fractura por fragilidad, es decir, un hueso roto tras un impacto poco traumático, como una caída desde su propia altura. En todo el mundo, una de cada tres mujeres y uno de cada cinco hombres mayores de 50 años sufrirán una fractura por fragilidad en el resto de su vida.

Las fracturas por fragilidad tienen un impacto enorme en los pacientes, sus familiares y los sistemas de atención de salud y social. La fractura de cadera, una de las fracturas más graves y debilitantes, es una de las fracturas típicas relacionadas con la osteoporosis. Entre los supervivientes de una fractura de cadera, el 33% son totalmente dependientes o están en un asilo de ancianos en el año siguiente a la fractura.

Una Unidad Coordinadora de Fracturas es un modelo de atención coordinado y multidisciplinario que garantiza que cualquier persona que se presente en un hospital con una fractura por fragilidad reciba las evaluaciones, la información y las intervenciones adecuadas que necesita para reducir su riesgo de fracturas futuras. Esto suele incluir consejos sobre rehabilitación y estilo de vida, prescripción de tratamientos eficaces para la osteoporosis, seguimiento y derivación a un servicio de prevención de caídas.

A pesar de los claros beneficios de la atención sistemática posterior a la fractura para la prevención secundaria de fracturas, muy pocos países del mundo han invertido en estos programas vitales. Las FLS son escasas incluso en los sistemas de salud más avanzados. Tal y como reveló el reciente estudio SCOPE, que encuestó a las sociedades médicas nacionales en Europa, 8 países europeos informaron de que no tenían FLS; 13 informaron de cobertura deficiente, con FLS en menos del 25% de los hospitales; y solo 6 reportaron una cobertura moderada, con FLS en más del 25% de los hospitals.1 En un esfuerzo por apoyar la implementación de los FLS, la IOF inició el programa Capture the Fracture® en 2012. Esta iniciativa mundial de múltiples partes interesadas pretende apoyar el desarrollo y la sostenibilidad de las FLS en todo el mundo. Proporciona un marco global de buenas prácticas que sirve como herramienta de referencia a la que las clínicas y los hospitales pueden adherirse y a la que pueden aspirar, proporciona tutoría y recursos educativos, y da reconocimiento internacional a los FLS nuevos y establecidos en todo el mundo.

El Día Mundial de la Osteoporosis se conmemora anualmente el 20 de octubre para concientizar sobre la salud ósea y la prevención de la osteoporosis. La campaña, este año bajo el lema «Actúa por la salud ósea», hace un llamado a la acción global para luchar contra la osteoporosis y las fracturas relacionadas en todo el mundo.

Estimulación facial con factores de crecimiento plaquetario en consulta de Dermatología

El envejecimiento es un proceso complejo que trae consigo cambios celulares, histológicos y cutáneos. Estos últimos son una de sus manifestaciones más evidentes. El plasma rico en plaquetas es una fuente fiable de obtención de células para regenerar tejidos; por su fácil disponibilidad es un material inocuo. La bioestimulación con el mismo, por su parte, es un conjunto de procedimientos para activar las funciones anabólicas de los fibroblastos, producción de colágeno, elastina y ácido hialurónico. La tendencia al empleo de este en tratamientos antiedad es cada vez mayor. El objetivo de este trabajo fue realizar una actualización del tema, para exponer aspectos importantes sobre formas de aplicación, indicaciones, complicaciones y contraindicaciones. Existen varios métodos para la bioestimulación facial, tales como la realización de pápulas, napagge y retroinyección. Se han empleado en alopecia androgénica, areata, envejecimiento cutáneo, etc. Las complicaciones más observadas son dolor, eritema, ardor y sangrado local. Entre las contraindicaciones más comunes se observan el herpes simple recidivante, coagulopatías, tratamiento con anticoagulantes, colagenopatías y neoplasias.

Vea el artículo completo en:

Darias-Domínguez C, Torres-Carrascal CA, Roque-Enríquez A, Betancourt-Daza P. Estimulación facial con factores de crecimiento plaquetario en consulta de Dermatología. revmedicaelectronica [Internet]. 2021 [citado 19 Oct 2021]; 43(5):[aprox. 0 p.].

La pandemia de COVID-19 como eje de la conservación biológica

El aislamiento por la COVID-19 redujo la movilidad humana y condujo a conocimientos inmediatos sobre cómo los humanos impactan en la naturaleza. Sin embargo, es probable que se produzcan impactos ecológicos más fuertes. A medida que salimos de la pandemia, los gobiernos deben evitar dar prioridad a las ganancias económicas a corto plazo que comprometen los ecosistemas y los servicios que brindan a la humanidad. En cambio, la pandemia puede ser un punto de inflexión para la transformación social a fin de valorar la sostenibilidad económica y del ecosistema a más largo plazo.

Impactos de la pandemia COVID-19 en la conservación biológica

La pandemia de COVID-19 ha provocado cambios en las actividades humanas y los patrones de movilidad que han alterado todos los aspectos de la sociedad. Han surgido oportunidades inesperadas para examinar las relaciones entre los seres humanos y la naturaleza. Los hallazgos iniciales apuntan a diversas vías directas e indirectas que vinculan los cambios en la presencia y actividad humanas con resultados tanto positivos como negativos para la vida silvestre, los ecosistemas y la conservación.

Por ejemplo, el Experimento internacional de océanos tranquilos ha alentado el monitoreo mundial de los paisajes sonoros de nuestros océanos para medir cómo la reducción, relacionada con la pandemia, en el transporte marítimo y otras actividades marinas afecta los niveles de ruido y, posteriormente, los ecosistemas oceánicos, desde el zooplancton hasta las grandes ballenas1. El aislamiento ha puesto de manifiesto la necesidad de establecer pautas mundiales y adoptar tecnologías silenciosas para «reducir el ruido».

Sin embargo, a medida que avanzamos hacia un mundo pospandémico, algunos países están reduciendo su gestión y vigilancias ambientales, y los recursos naturales se consideran «capital» para elaborar planes de recuperación económica. Por lo tanto, la pandemia está revelando desafíos emergentes que requieren soluciones innovadoras y nuevas formas de trabajar que puedan mejorar los esfuerzos para mantener ecosistemas saludables y apoyar el bienestar humano.

Desafíos emergentes

Si bien el lanzamiento de vacunas contra la COVID-19 está actualmente en marcha, el legado ecológico, social y económico de este evento persistirá. Inmediatamente se hizo evidente que los impactos del aislamiento pandémico serían brechas permanentes en los programas de monitoreo y conservación ambiental 2. De hecho, la escala global generalizada del evento enfatizó muchos desafíos.

Las brechas en las políticas son prolíficas y los gobiernos carecen de capacidad para reaccionar de manera adaptativa a múltiples perturbaciones y amenazas emergentes. Por ejemplo, las máscaras y los desechos plásticos de un solo uso han aumentado debido al uso de equipos de protección personal contra COVID-19. Este problema ha puesto de relieve la necesidad de unificar las autoridades fragmentadas que rigen la producción de plástico y coordinar las políticas destinadas a controlar la contaminación plástica, incluida la regulación de la industria del plástico y la promoción del reingreso de los residuos plásticos en los circuitos económicos 3,4.

Varias crisis resultaron de los impactos acumulativos e interactivos de la pandemia de COVID-19 5. En las regiones del Caribe y el Pacífico, varios ciclones causaron daños generalizados, que desviaron fondos gubernamentales limitados a los esfuerzos de socorro de emergencia y crearon nuevos desafíos que incluyen abordar las crisis humanitarias superpuestas con fronteras cerradas y restricciones de movimiento (por ejemplo, refs. 5,6). La capacidad de los sistemas humanos de permanecer resilientes o amortiguar los impactos de estos eventos extremos ha provocado un gran daño en ecosistemas ya vulnerables. Justo antes del inicio de un cierre nacional, las organizaciones de la sociedad civil en Argentina habían lanzado una iniciativa clave para detener la deforestación del Chaco, el segundo ecosistema forestal más grande de América del Sur. Pero las medidas de cierre sofocaron la supervisión sobre el terreno, con la intensificación de la extracción ilegal y los incendios que batieron todos los récords 7.

Se están tomando decisiones miopes a medida que el mundo entra en la incertidumbre económica y se requieren políticas para recuperar comunidades después de desastres naturales. Si bien los medios de vida están naturalmente a la vanguardia, esta falta de visión está provocando una reducción económica y un uso no regulado de los recursos, con fuertes impactos negativos en los sistemas naturales, incluidas las pérdidas de biodiversidad que afectarán la sostenibilidad económica en el futuro. Los países en desarrollo, el Sur Global y los pequeños estados insulares en desarrollo, cuyas economías se basan en sus recursos naturales, pueden enfrentar un mayor riesgo de decisiones que, en última instancia, pueden dañar tanto a los seres humanos como a la vida silvestre, como la tala a gran escala para producir productos de madera 8,9. Por ejemplo, las prohibiciones estacionales del mero en Fiji destinadas a proteger las poblaciones reproductoras se levantaron temprano para permitir a los pescadores cosechar y vender estas especies, a pesar de la disminución de las poblaciones antes de la pandemia6. Esta realidad contrasta marcadamente con la posibilidad de que la pandemia ofrezca un punto de inflexión para la transformación social. Tanto la sostenibilidad ecosistémica como la económica son posibles si se implementan medidas que se alejen de las actividades que dañan los ecosistemas en favor de aquellas que promueven la resiliencia10. De hecho, la pandemia ofrece un potencial de transformación social para promover una visión a más largo plazo para la sostenibilidad económica y del ecosistema.

Nuevos enfoques y soluciones de conservación que han surgido de la pandemia

La pandemia mundial de COVID-19 ha puesto de relieve cómo los cambios en el alcance, los tipos y las escalas de las actividades humanas afectan la conservación biológica. Es necesario considerar respuestas más sutiles de la vida silvestre a las perturbaciones. Las actividades humanas, por ejemplo, que anteriormente pueden haber parecido relativamente benignas (como el senderismo y el buceo con esnórquel), pueden disuadir a los animales de utilizar sus hábitats preferidos11. El acceso limitado a áreas preferidas para buscar alimento, evitar depredadores o termorregulación puede tener importantes impactos energéticos que a su vez pueden influir en si un animal sobrevivirá a la exposición a enfermedades o al hambre. Por lo tanto, las estrategias que minimizan de manera más explícita las interacciones entre los seres humanos y la vida silvestre pueden mejorar los resultados de la conservación. De hecho, los efectos negativos de las interrupciones en los programas para proteger la naturaleza brindan un fuerte apoyo al valor de las estrategias de conservación ya implementadas, por ejemplo, programas para erradicar depredadores invasores o apoyar el enriquecimiento del hábitat de especies en peligro de extinción11.

Las actividades de conservación también se han adaptado y, en algunos casos, pueden tener más éxito. Por ejemplo, el uso de perros para rastrear y estudiar especies se priorizó y fue posible bajo el cierre, simplemente porque esto minimiza la cantidad de personas necesarias para el trabajo de campo12. En Hawái, la pandemia restableció los impactos de los visitantes a cero, lo que provocó una mejor gestión de los recursos naturales financiada a través de tarifas de usuario, descansos prolongados y limitaciones de visitantes una vez que se reanudó el turismo, como se instituyó en la Reserva Natural de la Bahía de Hanauma. A la luz del alto desempleo y la pérdida de negocios de la pandemia, Hawái ha comenzado a reconsiderar su dependencia excesiva del turismo como principal motor económico13.

También ha quedado aún más claro que la administración local, incluidos los sistemas de gestión indígenas, y la autosuficiencia son la columna vertebral de programas exitosos para apoyar la conservación a escala local y global. Aunque comprenden menos de 5% de la población mundial, los pueblos indígenas tienen derechos de tenencia sobre algunos de los hábitats y ecosistemas más intactos de este planeta14. Estos incluyen áreas de bosques intactos que son cruciales para abordar la pérdida de biodiversidad global y las crisis del cambio climático. Las tasas de pérdida de bosques han sido considerablemente más bajas en las tierras de los pueblos indígenas que en otras tierras, aunque estos bosques siguen siendo vulnerables a la tala y otras amenazas15. Es necesario establecer mecanismos para garantizar que los derechos y sistemas de gestión de los pueblos indígenas no estén en riesgo durante la pandemia de COVID-19, sino que se apoyen para garantizar ecosistemas más saludables para las generaciones futuras.

Muchos científicos han cambiado la forma en que trabajan durante el cierra, pasando a plataformas de reuniones virtuales para conectarse con expertos locales para lograr los objetivos de investigación. Como resultado de los cierres de fronteras, se ha producido un cambio hacia un modelo menos «extractivo» en las prácticas de investigación. Los científicos a menudo se “lanzan en paracaídas” a países y comunidades para recolectar especímenes y datos, sin dejar nada de valor atrás, pero también perdiendo oportunidades de beneficiarse de la historia natural y el conocimiento local 16. Este enfoque no ha sido posible durante el aislamiento y, en cambio, los científicos externos han tenido que trabajar de forma remota a través de operaciones de campo ejecutadas por científicos locales y expertos de la comunidad. Por ejemplo, los investigadores de las universidades de Dalhousie y Memorial en el Atlántico canadiense (incluido el coautor Bates) se asociaron con el gobierno de Nunatsiavut (gobierno regional inuit) para desarrollar y codirigir un proyecto de investigación sobre sistemas oceánicos sostenibles 17. Parte de la respuesta del proyecto a los protocolos de aislamiento relacionados con la COVID-19 fue contratar a cuatro coordinadores de investigación inuit locales en diferentes comunidades de Nunatsiavut (en lugar de solo uno) para realizar y dirigir la investigación durante el período de cierra, como desplegar instrumentos a través del hielo para medir las condiciones del océano. La creación de una red de puestos basados en la comunidad ahora ha sido reconocida como invaluable para el éxito y el codesarrollo de los resultados del proyecto, y continuará durante la vida del proyecto. De hecho, la respuesta a la pandemia ha acelerado en general el reconocimiento de los equipos de investigación locales que tienen conocimientos relevantes y experiencia en el campo, combinados con las habilidades para dirigir y realizar investigaciones en asociaciones colegiales con científicos basados en otros lugares.

Estrategias para asegurar que se reconozcan los impactos positivos

El mundo entero ha respondido y se ha visto afectado por la pandemia de COVID-19. Los seres humanos hemos cambiado nuestras actividades y comportamientos, lo que ilustra que es posible un cambio social rápido. Es importante reconocer que muchas de las causas fundamentales de esta pandemia son las mismas que están empeorando el cambio climático global y las crisis de biodiversidad. A medida que aprendemos y nos adaptamos de esta pandemia, no se deben desaprovechar las oportunidades de transformación social que podrían cambiar el mundo y la salud de los sistemas naturales. Nuestros líderes mundiales y los influyentes necesitan una visión ahora más que nunca para salir de los años de la pandemia con caminos hacia una mayor sostenibilidad. Sugerimos siete estrategias para maximizar la pandemia de COVID-19 como un punto de pivote para la conservación biológica (Fig. 1).

Los nuevos conocimientos adquiridos a través de la pandemia se pueden incorporar en los planes de conservación que avanzan, lo que requerirá una planificación cuidadosa y perspicaz (Fig. 1 (1)). Esto incluye perfeccionar los modelos predictivos y la teoría de la conservación con mayor habilidad y precisión. Por ejemplo, confinar a los humanos en sus residencias a escalas tan grandes ha respaldado las estimaciones del impacto causal de la reducción de la actividad humana en la vida silvestre en todo el mundo11.

Múltiples perturbaciones y amenazas están aumentando en frecuencia e intensidad (por ejemplo, pandemias, pérdida de biodiversidad, cambio climático). Se requieren nuevas metodologías con una perspectiva de riesgo multirriesgo (Fig. 1 (2)). Hacemos un llamado a mejorar los modelos de gestión y las herramientas de pronóstico para analizar y cuantificar las vulnerabilidades en los sistemas ecológicos, sociales y económicos en escenarios futuros de pospandémica, junto con inversiones para desarrollar la resiliencia en estos diversos sistemas a múltiples perturbaciones. Hacerlo mejorará la gestión de riesgos antes, durante y después de las perturbaciones, incluidas las que se superponen, y cambiará a un enfoque más preventivo que reactivo.

Las soluciones deben ser multisectoriales y coordinadas, en lugar de sacrificar un sector por otro (Fig. 1 (3)). Se pueden diseñar y probar estrategias para la toma de decisiones para equilibrar las ganancias a corto plazo con la inversión en transformaciones a largo plazo. Esto implica aprovechar el conocimiento, la experiencia y los recursos multidisciplinarios hacia un objetivo compartido de producir mejores resultados ambientales y de bienestar humano. Las asociaciones con expertos locales pueden apoyar las agendas de conservación compartida para lograr tanto ecosistemas sostenibles como el bienestar humano (Fig. 1 (4)). La inversión en la administración y los expertos de la comunidad local también tienen el potencial de construir economías locales más fuertes y la capacidad a largo plazo. Esto requiere del desarrollo de la legislación y las políticas apropiadas y la asignación adecuada de recursos (especialmente fondos) para apoyar a los Pueblos Indígenas y las comunidades a participar y liderar los esfuerzos de conservación. Por ejemplo, el apoyo de los esfuerzos de conservación locales (la expansión de las áreas de pesca de subsistencia basadas en la comunidad de Hawái) y la inclusión de sistemas de gestión indígenas están siendo apoyados en colaboración por los pueblos indígenas, las comunidades locales, las organizaciones gubernamentales y no gubernamentales y los científicos de todo el mundo.

Las regiones, que dependen en gran medida y de manera limitada de la financiación de un solo sector (como el turismo internacional) para apoyar la conservación de la biodiversidad, son vulnerables a los impactos externos y requieren diversificación. Esto es fundamental para la resiliencia económica y la protección contra las crisis globales como las pandemias (Fig. 1 (5)). La diversificación de las economías locales puede ofrecer alternativas viables a la (sobre) explotación o el uso ilegal y no regulado de recursos.

Igualmente han salido a la luz fuertes vínculos entre el medio ambiente y la salud humana (“Una sola salud”) que refuerzan el apoyo a los programas de conservación y las soluciones basadas en la naturaleza 18. Esto debe reflejarse mejor en las políticas, las estrategias y las acciones desde el nivel global hasta el local. Vincular la conservación de la naturaleza a la salud humana puede frenar la caída económica y conducir a un sólido bienestar humano y resultados de conservación (Fig. 1(6)).

Los sistemas sociales, económicos y biológicos están íntimamente conectados.

Instamos a los economistas a participar con los ecologistas (y viceversa) en las discusiones sobre cómo la valoración de los ecosistemas puede fortalecer la relación entre el desarrollo sostenible, la naturaleza y la sociedad (Fig. 1 (7)).

 

***/ Traducción: Gretchen González Nieto
Servicio de traducción
CNICM-Infomed

 

Bibliomed: Meningoencefalitis viral

Las enfermedades infecciosas y su tratamiento son un motivo de constante preocupación.  En comparación con la prevalencia de infecciones sistémicas virales, las enfermedades virales del sistema nervioso central (SNC), son poco comunes y aunque se han logrado avances considerables en su profilaxis y tratamiento, son causa de mortalidad y morbilidad en el mundo.  Las meningoencefalitis constituyen un grupo de gran importancia entre estas enfermedades, en las que la introducción de los antibióticos hizo posible que fuesen curables.

La Biblioteca Médica Nacional ha dedicado el boletín Bibliomed Número 10 del Volumen 28 al tema: Meningoencefalitis viral. Esta publicación seriada brinda información bibliográfica actualizada acerca de las primeras causas de muerte y principales problemas de salud del país que responde a las directrices del Ministerio de Salud Pública de Cuba.

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